quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
CBX 750, a famosíssima sete galo.
Em 1982, depois de 13 anos de evolução da lendária CB 750, a Honda parecia interessada em deixar para trás a configuração de quatro cilindros em linha. O lançamento de motores de cilindros em V, de diversas cilindradas, fazia supor que a VF 750 F -- com um estreito V4 que lhe permitia maior agilidade -- tomaria o lugar da linhagem CB.
Apesar dessa vantagem, o V4 não obteve aprovação unânime do mercado. Alto custo de produção e manutenção mais onerosa levavam outras marcas, como a Kawasaki, a preteri-lo em favor do tradicional quatro-em-linha. Assim, no Salão de Paris de 1983 a Honda comprovava sua intenção de prosseguir na herança da CB 750, apresentando a moderna CBX 750 F.
Em abril de 1986 chegava a CBX 750 F, herdeira de 17 anos de evolução desde a pioneira CB 750 de 1969. Disponível apenas na cor preta (não em prata e vermelho, como lá fora), a moto não só era similar à versão estrangeira da época -- era a própria, só que montada na Zona Franca de Manaus, AM com índice de nacionalização quase zero.
A CBX no Brasil A notícia foi celebrada por milhares de motociclistas, saudosos das importadas que chegavam a nossos portos até 1976: depois de quatro anos de especulação, confirmava-se o lançamento de uma 750 brasileira. Seria nossa primeira opção superior às conhecidas CB 400 e CB 450, à parte a enorme Amazonas 1600, com motor Volkswagen arrefecido a ar, que não podia ser levada a sério em termos de potência e comportamento.
Apesar dessa vantagem, o V4 não obteve aprovação unânime do mercado. Alto custo de produção e manutenção mais onerosa levavam outras marcas, como a Kawasaki, a preteri-lo em favor do tradicional quatro-em-linha. Assim, no Salão de Paris de 1983 a Honda comprovava sua intenção de prosseguir na herança da CB 750, apresentando a moderna CBX 750 F.
Em abril de 1986 chegava a CBX 750 F, herdeira de 17 anos de evolução desde a pioneira CB 750 de 1969. Disponível apenas na cor preta (não em prata e vermelho, como lá fora), a moto não só era similar à versão estrangeira da época -- era a própria, só que montada na Zona Franca de Manaus, AM com índice de nacionalização quase zero.
A CBX no Brasil A notícia foi celebrada por milhares de motociclistas, saudosos das importadas que chegavam a nossos portos até 1976: depois de quatro anos de especulação, confirmava-se o lançamento de uma 750 brasileira. Seria nossa primeira opção superior às conhecidas CB 400 e CB 450, à parte a enorme Amazonas 1600, com motor Volkswagen arrefecido a ar, que não podia ser levada a sério em termos de potência e comportamento.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
DUCATI 916
Em 1993, o mundo parou quando a Ducati revelou sua nova moto esportiva. A 916 redefiniu a imagem das motos esportivas e graças ao desenho especial de chassis, elevou o nível de manejo e atuação também.
Por trás do design de Massimo Tamburini está um motor V-twin de 114bhp e 916cc capaz de alcançar 160mph. Quando foi lançada, esta era a moto mais veloz do seu tipo.
O design da 916 permaneceu em produção até 2000, mas os modelos de substituição 996 e 998 pareciam idênticos. Só em 2002 com a chegada da 999, a produção do desenho eterno de Tamburini finalmente foi finalizada.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
XRE 300
O visual adventure aliado a uma pilotagem confortável foi a receita para esta moto cair no gosto do brasileiro. O seu design de início muito criticado parece ter por fim caído nas graças dos pilotos e motociclistas. Não era incomum ouvir alguém comentar que o paralama fixo a deixava com cara de mosquito da dengue, mas com o tempo a imagem “estranha” passou a ser mais comum, e a moto agora recebe poucas críticas ao design.
Alguns compradores se queixaram de problemas na bomba de combustível e vazamento de óleo do motor, mas ao que parece após um recall branco a Honda vem sanando estes problemas. Sobre as novidades para 2011 a XRE 300 mantém suas linhas um tanto agressivas e sua carenagem imponente, do jeito que o povo gosta.
As mudanças estéticas ficam por conta unicamente das novas cores disponíveis. Para a XRE 300 agora há a opção de carenagem em pintura vermelha a e amarela metálica.
A injeção eletrônica PGM-FI em conjunto com o catalisador no sistema de exaustão garante à XRE 300 atender com folga os índices de emissões de poluentes estabelecidos pelo Promot.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
DICAS PARA COMPRAR SUA MOTO
Para simplificar, você tem duas opções - vendedor particular ou agência profissional. O primeiro pode lhe poupar dinheiro, mas o segundo irá lhe dar mais retorno. Seja qual for a sua escolha, inspecione a moto sempre e não se apresse.
Veja se são confortáveis - o seu pé toca o chão? Faça um teste de direção; se a moto for nova, concentre-se em como ela funciona durante a viagem e a qualidade da estrutura. Compare-a com suas rivais. Se a moto for usada, escute barulhos e sons pouco comuns, avalie a corrente e dente e procure por sinais de danos.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
CUIDADOS COM A MOTO
O primeiro passo é limpar a sua máquina regularmente. Isso previne corrosão e significa que você está prestando atenção em sua moto o suficiente para observar algum problema.
Todo mês dedique algum tempo para uma avaliação básica. Isso deve incluir o óleo do motor, parte elétrica (luz e buzina), pressão dos pneus (quando estiver frio), pneus, corrente, nível de refrigeração, nível de fluídos de freio e a ignição do motor. Também não deixe de observar se há vazamentos de combustível, fluído de freio, óleo ou resfriamento. Tire o veículo do descanso e confira a operação dos dois freios.
sábado, 22 de janeiro de 2011
A história da motocicleta
A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.
Dois pequenos estabilizadores e considera que esta é a primeira moto. O motor era posicionado verticalmente no centro da máquina; a transmissão à roda de trás fazia-se através de uma correia para um contraveio, depois através de um carreto. um punho rotativo controlava o travão de trás. A válvula de escape era operada mecanicamente, mas a válvula de admissão abria-se pela sucção do pistão. O motor Daimler, arrefecido a ar, tinha um carburador de superfície e uma ignição de tubo incandescente; este motor atingia as 700 rpm. A 10 de Novembro de 1885, o filho de Daimler, Paul, percorreu 9,5 km, de Cannstat até Unterturkhein e volta, tornando-se assim o primeiro motociclista do mundo. A alimentação melhorou substancialmente quando o assistente de Daimler, Maybach, inventou o carburador de pulverizador. Na Inglaterra, em 1887, Edward Butler construiu um triciclo com ignição elétrica e com um carburador com depósito de alimentação.
domingo, 16 de janeiro de 2011
TITAN CG 150 FLEX
Um recurso bastante interessante que vai facilitar muito a vida dos motoqueiros é um “orientador” que surge no painel com um indicador, se tiver escrito “ALC” significa que deve colocar 3 litros de álcool, caso apareça Mix basta colocar 2 litros de gasolina.
Segundo informações do fabricante, quem adiquirir uma moto flex irá ter uma economia de até 25% com combustível.
A gasolina possibilita um funcionamento mais linear e progressivo do motor, em outras palavras podemos dizer que a gasolina da mais força para moto, no caso do álcool ele é recomendado para quem deseja economizar.
Fonte: http://www.mundodastribos.com.br/
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Honda lança nova Biz 125 Flex 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
YAMAHA XJ6/DIVERSION
Não existe uma regra, mas, normalmente, as montadoras reservam o fim de cada ano para fazer seus lançamentos. Com isso, as novas motos ficam atualizadas durante mais tempo. A Yamaha do Brasil resolveu contrariar o costume e vai lançar em 3 de fevereiro novos modelos. Entre eles a nova Fazer 250, com visual modernizado, composto de farol assimétrico, além de novos farolete e painel de instrumentos. Também vai mostrar a linha XJ6, composta pelos modelos naked e semicarenado Diversion. A nova Ténéré 660 vai ficar para a frente, entre março e junho.
Equipado com refrigeração líquida e injeção eletrônica, o motor da linha XJ6 foi calibrado para um uso mais abrangente, fornecendo 78cv a 10.000rpm, além de torque de 6,1kgfm a 8.500rpm. Lançada mundialmente em fins de 2008, com esse novo formato, a linha XJ6 nacional ainda não teve seu preço revelado. Entretanto, por contar com um motor de quatro cilindros em linha, provavelmente será mais cara que a nova ER-6n, com motor de dois cilindros paralelos, e regular com a Honda Hornet 600, por exemplo, que tem a mesma configuração. O modelo também vai contar com sistema de freio do tipo ABS como opcional.
Visual
Para reduzir os custos, o quadro da linha XJ6 é construído com tubos de aço, do tipo diamond, em vez do mais leve e caro alumínio. Para aumentar o leque de consumidores, inclusive os mais baixos, o banco fica a 785mm do chão. Já a distância entre-eixos é de apenas 1.440mm, favorecendo o desempenho em curvas e a performance no trânsito mais pesado. Para quem prefere as estradas, o modelo Diversion, equipado com a semicarenagem, facilita a vida e oferece maior conforto aerodinâmico. Os freios dianteiros têm dois discos de 298mm de diâmetro e o traseiro, simples, 245mm de diâmetro.
A suspensão dianteira é telescópica convencional, com tubos de 41mm de diâmetro e 130mm de curso. A suspensão traseira é do tipo mono, igualmente com 130mm de curso. Já o câmbio tem seis velocidades e as rodas são de liga leve. O visual é bastante atualizado. Na dianteira, o destaque é para o grande farol assimétrico (que também será adotado na nova Fazer 250) e para a semicarenagem no modelo Diversion. Na traseira, suporte de placa e setas ficam dependurados, como na superesportiva R-6. Na parte central, uma proteção tipo limpa-trilhos, que esconde o abafador e catalizador e também camufla a saída dos escapes.
Visual
Para reduzir os custos, o quadro da linha XJ6 é construído com tubos de aço, do tipo diamond, em vez do mais leve e caro alumínio. Para aumentar o leque de consumidores, inclusive os mais baixos, o banco fica a 785mm do chão. Já a distância entre-eixos é de apenas 1.440mm, favorecendo o desempenho em curvas e a performance no trânsito mais pesado. Para quem prefere as estradas, o modelo Diversion, equipado com a semicarenagem, facilita a vida e oferece maior conforto aerodinâmico. Os freios dianteiros têm dois discos de 298mm de diâmetro e o traseiro, simples, 245mm de diâmetro.
A suspensão dianteira é telescópica convencional, com tubos de 41mm de diâmetro e 130mm de curso. A suspensão traseira é do tipo mono, igualmente com 130mm de curso. Já o câmbio tem seis velocidades e as rodas são de liga leve. O visual é bastante atualizado. Na dianteira, o destaque é para o grande farol assimétrico (que também será adotado na nova Fazer 250) e para a semicarenagem no modelo Diversion. Na traseira, suporte de placa e setas ficam dependurados, como na superesportiva R-6. Na parte central, uma proteção tipo limpa-trilhos, que esconde o abafador e catalizador e também camufla a saída dos escapes.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
TREINAMENTO
Focado em pilotagem segura, treinamento gratuito foi ministrado em parceria com a rede de concessionárias da marca
Redação MotoX.com.br - Fotos: Divulgação
Em 2010, os Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH), localizados em Indaiatuba (SP) e Recife (PE), e os Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC), distribuídos por todo o País, treinaram mais de 66 mil motociclistas, superando o número obtido em 2009, quando mais de 50 mil pessoas tiveram acesso aos cursos de pilotagem com segurança ministrados pela Honda. Desde 1998 já foram treinadas pela Honda e sua rede de concessionárias mais de 240.000 pessoas.Veja também: Saiba mais sobre o projeto Harmonia no Trânsito
Os treinamentos foram oferecidos a profissionais de órgãos públicos e frotistas como: policia militar, bombeiro, exército, guardas municipais, AmBev, Schincariol, Coca-cola e membros da sociedade em geral. Além disso, os CETH’s oferecem cursos voltados especificamente à formação de novos instrutores da rede de concessionárias que após a conclusão do módulo são responsáveis pela difusão dos conhecimentos aos motociclistas de sua região.
Os cursos têm como objetivo aprimorar a habilidade de pilotagem dos motociclistas, para que eles possam enfrentar com desenvoltura diversas situações que ocorrem em seu dia a dia. Também é abordada a importância dos equipamentos de segurança, tanto para profissionais que utilizam a motocicleta em sua rotina de trabalho diária quanto para os cidadãos que fazem uso do veículo em seu dia a dia, para locomoção.
Os treinamentos promovidos pelos CETH’s em 2010 aconteceram não apenas nas dependências das unidades: foram levados para mais perto dos motociclistas, com o oferecimento de palestras em empresas, cursos itinerantes e eventos como a Ação Moto Legal, realizada no mês de agosto em São Bernardo do Campo, e aos motociclistas profissionais participantes da 13ª edição do Moto Check-Up (evento promovido pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
Os treinamentos ministrados são divididos em duas partes: teoria e prática. Na primeira, são abordados temas como características e comandos da motocicleta, inspeção preventiva, equipamentos de proteção, postura básica, estratégias de condução e pilotagem no trânsito, entre outros. Na segunda, são aplicados exercícios em pista utilizando as técnicas ensinadas em sala de aula, como as técnicas de frenagens e curvas.
Dedicação contínua
A Honda tem, como filosofia global, não apenas oferecer produtos de qualidade e tecnologia a seus consumidores, mas também proporcionar a eles condições de usufruí-los com segurança. Por isso, desenvolve em todo o mundo iniciativas voltadas à promoção de um trânsito mais harmonioso para todos, motoristas, motociclistas e pedestres.
No Brasil, a empresa promove o programa "Harmonia no Trânsito", que envolve todas as áreas da companhia na discussão e execução de projetos que visem à melhoria do trânsito, a partir da educação.
Entre as atividades realizadas estão o Clubinho Honda, que tem como objetivo a educação infantil; o site Piloto Mais, que oferece dicas de pilotagem a motociclistas; os quadrinhos "O Super Motociclista", que acompanham os manuais dos proprietários de motocicletas Honda; o trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH) e nos 70 Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC) distribuídos por todo o País, além do apoio a diversas ações de órgãos e entidades de classe, como a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Prefeituras de vários municípios.
Fonte: http://www.motox.com.br/
Redação MotoX.com.br - Fotos: Divulgação
Trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda leva mais segurança a milhares de motociclistas anualmente |
Em 2010, os Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH), localizados em Indaiatuba (SP) e Recife (PE), e os Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC), distribuídos por todo o País, treinaram mais de 66 mil motociclistas, superando o número obtido em 2009, quando mais de 50 mil pessoas tiveram acesso aos cursos de pilotagem com segurança ministrados pela Honda. Desde 1998 já foram treinadas pela Honda e sua rede de concessionárias mais de 240.000 pessoas.Veja também: Saiba mais sobre o projeto Harmonia no Trânsito
Treinamentos são divididos em teoria e prática |
Os treinamentos foram oferecidos a profissionais de órgãos públicos e frotistas como: policia militar, bombeiro, exército, guardas municipais, AmBev, Schincariol, Coca-cola e membros da sociedade em geral. Além disso, os CETH’s oferecem cursos voltados especificamente à formação de novos instrutores da rede de concessionárias que após a conclusão do módulo são responsáveis pela difusão dos conhecimentos aos motociclistas de sua região.
Os cursos têm como objetivo aprimorar a habilidade de pilotagem dos motociclistas, para que eles possam enfrentar com desenvoltura diversas situações que ocorrem em seu dia a dia. Também é abordada a importância dos equipamentos de segurança, tanto para profissionais que utilizam a motocicleta em sua rotina de trabalho diária quanto para os cidadãos que fazem uso do veículo em seu dia a dia, para locomoção.
Os treinamentos promovidos pelos CETH’s em 2010 aconteceram não apenas nas dependências das unidades: foram levados para mais perto dos motociclistas, com o oferecimento de palestras em empresas, cursos itinerantes e eventos como a Ação Moto Legal, realizada no mês de agosto em São Bernardo do Campo, e aos motociclistas profissionais participantes da 13ª edição do Moto Check-Up (evento promovido pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).
Os treinamentos ministrados são divididos em duas partes: teoria e prática. Na primeira, são abordados temas como características e comandos da motocicleta, inspeção preventiva, equipamentos de proteção, postura básica, estratégias de condução e pilotagem no trânsito, entre outros. Na segunda, são aplicados exercícios em pista utilizando as técnicas ensinadas em sala de aula, como as técnicas de frenagens e curvas.
Dedicação contínua
A Honda tem, como filosofia global, não apenas oferecer produtos de qualidade e tecnologia a seus consumidores, mas também proporcionar a eles condições de usufruí-los com segurança. Por isso, desenvolve em todo o mundo iniciativas voltadas à promoção de um trânsito mais harmonioso para todos, motoristas, motociclistas e pedestres.
No Brasil, a empresa promove o programa "Harmonia no Trânsito", que envolve todas as áreas da companhia na discussão e execução de projetos que visem à melhoria do trânsito, a partir da educação.
Entre as atividades realizadas estão o Clubinho Honda, que tem como objetivo a educação infantil; o site Piloto Mais, que oferece dicas de pilotagem a motociclistas; os quadrinhos "O Super Motociclista", que acompanham os manuais dos proprietários de motocicletas Honda; o trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH) e nos 70 Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC) distribuídos por todo o País, além do apoio a diversas ações de órgãos e entidades de classe, como a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Prefeituras de vários municípios.
Fonte: http://www.motox.com.br/
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