sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

CBX 750, a famosíssima sete galo.

        

         Em 1982, depois de 13 anos de evolução da lendária CB 750, a Honda parecia interessada em deixar para trás a configuração de quatro cilindros em linha. O lançamento de motores de cilindros em V, de diversas cilindradas, fazia supor que a VF 750 F -- com um estreito V4 que lhe permitia maior agilidade -- tomaria o lugar da linhagem CB.

         Apesar dessa vantagem, o V4 não obteve aprovação unânime do mercado. Alto custo de produção e manutenção mais onerosa levavam outras marcas, como a Kawasaki, a preteri-lo em favor do tradicional quatro-em-linha. Assim, no Salão de Paris de 1983 a Honda comprovava sua intenção de prosseguir na herança da CB 750, apresentando a moderna CBX 750 F.
         Em abril de 1986 chegava a CBX 750 F, herdeira de 17 anos de evolução desde a pioneira CB 750 de 1969. Disponível apenas na cor preta (não em prata e vermelho, como lá fora), a moto não só era similar à versão estrangeira da época -- era a própria, só que montada na Zona Franca de Manaus, AM com índice de nacionalização quase zero.

        A CBX no Brasil   A notícia foi celebrada por milhares de motociclistas, saudosos das importadas que chegavam a nossos portos até 1976: depois de quatro anos de especulação, confirmava-se o lançamento de uma 750 brasileira. Seria nossa primeira opção superior às conhecidas CB 400 e CB 450, à parte a enorme Amazonas 1600, com motor Volkswagen arrefecido a ar, que não podia ser levada a sério em termos de potência e comportamento.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

DUCATI 916


Em 1993, o mundo parou quando a Ducati revelou sua nova moto esportiva. A 916 redefiniu a imagem das motos esportivas e graças ao desenho especial de chassis, elevou o nível de manejo e atuação também.
Por trás do design de Massimo Tamburini está um motor V-twin de 114bhp e 916cc capaz de alcançar 160mph. Quando foi lançada, esta era a moto mais veloz do seu tipo.
O design da 916 permaneceu em produção até 2000, mas os modelos de substituição 996 e 998 pareciam idênticos. Só em 2002 com a chegada da 999, a produção do desenho eterno de Tamburini finalmente foi finalizada.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

XRE 300

Honda XRE 300 2011


O visual adventure aliado a uma pilotagem confortável foi a receita para esta moto cair no gosto do brasileiro. O seu design de início muito criticado parece ter por fim caído nas graças dos pilotos e motociclistas. Não era incomum ouvir alguém comentar que o paralama fixo a deixava com cara de mosquito da dengue, mas com o tempo a imagem “estranha” passou a ser mais comum, e a moto agora recebe poucas críticas ao design.
Alguns compradores se queixaram de problemas na bomba de combustível e vazamento de óleo do motor, mas ao que parece após um recall branco a Honda vem sanando estes problemas. Sobre as novidades para 2011 a XRE 300 mantém suas linhas um tanto agressivas e sua carenagem imponente, do jeito que o povo gosta.

As mudanças estéticas ficam por conta unicamente das novas cores disponíveis. Para a XRE 300 agora há a opção de carenagem em pintura vermelha a e amarela metálica.
A injeção eletrônica PGM-FI em conjunto com o catalisador no sistema de exaustão garante à XRE 300 atender com folga os índices de emissões de poluentes estabelecidos pelo Promot.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

DICAS PARA COMPRAR SUA MOTO

Para simplificar, você tem duas opções - vendedor particular ou agência profissional. O primeiro pode lhe poupar dinheiro, mas o segundo irá lhe dar mais retorno. Seja qual for a sua escolha, inspecione a moto sempre e não se apresse.
Veja se são confortáveis - o seu pé toca o chão? Faça um teste de direção; se a moto for nova, concentre-se em como ela funciona durante a viagem e a qualidade da estrutura. Compare-a com suas rivais. Se a moto for usada, escute barulhos e sons pouco comuns, avalie a corrente e dente e procure por sinais de danos.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

CUIDADOS COM A MOTO

O primeiro passo é limpar a sua máquina regularmente. Isso previne corrosão e significa que você está prestando atenção em sua moto o suficiente para observar algum problema.
Todo mês dedique algum tempo para uma avaliação básica. Isso deve incluir o óleo do motor, parte elétrica (luz e buzina), pressão dos pneus (quando estiver frio), pneus, corrente, nível de refrigeração, nível de fluídos de freio e a ignição do motor. Também não deixe de observar se há vazamentos de combustível, fluído de freio, óleo ou resfriamento. Tire o veículo do descanso e confira a operação dos dois freios.

sábado, 22 de janeiro de 2011

A história da motocicleta

A motocicleta foi inventada simultaneamente por um americano e um francês, sem se conhecerem e pesquisando em seus países de origem. Sylvester Roper nos Estados Unidos e Louis Perreaux, do outro lado do atlântico, fabricaram um tipo de bicicleta equipada com motor a vapor em 1869. Nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns, tanto na Europa como nos EUA, e na França e na Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente. As experiências para se adaptar um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina, continuou até 1920, quando foram abandonadas definitivamente.
Dois pequenos estabilizadores e considera que esta é a primeira moto. O motor era posicionado verticalmente no centro da máquina; a transmissão à roda de trás fazia-se através de uma correia para um contraveio, depois através de um carreto. um punho rotativo controlava o travão de trás. A válvula de escape era operada mecanicamente, mas a válvula de admissão abria-se pela sucção do pistão. O motor Daimler, arrefecido a ar, tinha um carburador de superfície e uma ignição de tubo incandescente; este motor atingia as 700 rpm. A 10 de Novembro de 1885, o filho de Daimler, Paul, percorreu 9,5 km, de Cannstat até Unterturkhein e volta, tornando-se assim o primeiro motociclista do mundo. A alimentação melhorou substancialmente quando o assistente de Daimler, Maybach, inventou o carburador de pulverizador. Na Inglaterra, em 1887, Edward Butler construiu um triciclo com ignição elétrica e com um carburador com depósito de alimentação.

domingo, 16 de janeiro de 2011

TITAN CG 150 FLEX

Um recurso bastante interessante que vai facilitar muito a vida dos motoqueiros é um “orientador” que surge no painel com um indicador, se tiver escrito “ALC” significa que deve colocar 3 litros de álcool, caso apareça Mix basta colocar 2 litros de gasolina.
Segundo informações do fabricante, quem adiquirir uma moto flex irá ter uma economia de até 25% com combustível.
A gasolina possibilita um funcionamento mais linear e progressivo do motor, em outras palavras podemos dizer que a gasolina da mais força para moto, no caso do álcool ele é recomendado para quem deseja economizar.

honda Nova Titan CG 150 Mix   Moto Flex   Bicombustível

hondaj Nova Titan CG 150 Mix   Moto Flex   Bicombustível

hondajp Nova Titan CG 150 Mix   Moto Flex   Bicombustível
Fonte: http://www.mundodastribos.com.br/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Honda lança nova Biz 125 Flex 2011

Inovando mais uma vez, a Honda apresentou neste sábado (1) a primeira motocicleta cub do mundo a queimar álcool em seu propulsor. A nova Biz 125 Flex 2011 ainda recebeu grandes mudanças em seu visual, na parte ergonômica e também no propulsor. De acordo com a marca da asa, a expectativa é que suas vendas aumentem em 20%, chegando a 20.000 unidades comercializadas por mês.

Além de consumir etanol, o novo propulsor da Biz recebeu balancins roletados, o que deve diminuir o nível de vibração. Seu tanque está maior e comporta agora 5,5 l de combustível, o que foi possível graças a modificações no chassi. A Honda afirma que, no total, 95% dos componentes de chassi e carenagens foram alterados na nova Biz Flex. O visual também está moderno, com nova dianteira e traseira, que passa a contar com piscas não mais integrados com a lanterna traseira.

O assento e posição de pilotagem também foram alterados, o que proporciona um posicionamento mais natural e confortável para o motociclista. Já a garupa também recebeu melhorias, com a fixação das pedaleiras no chassi e não mais na balança, fator que diminuirá as vibrações transmitidas ao passageiro.

Honda Biz 125 Flex

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

YAMAHA XJ6/DIVERSION

 (Fotos Yamaha/Divulgação)

Não existe uma regra, mas, normalmente, as montadoras reservam o fim de cada ano para fazer seus lançamentos. Com isso, as novas motos ficam atualizadas durante mais tempo. A Yamaha do Brasil resolveu contrariar o costume e vai lançar em 3 de fevereiro novos modelos. Entre eles a nova Fazer 250, com visual modernizado, composto de farol assimétrico, além de novos farolete e painel de instrumentos. Também vai mostrar a linha XJ6, composta pelos modelos naked e semicarenado Diversion. A nova Ténéré 660 vai ficar para a frente, entre março e junho.
Equipado com refrigeração líquida e injeção eletrônica, o motor da linha XJ6 foi calibrado para um uso mais abrangente, fornecendo 78cv a 10.000rpm, além de torque de 6,1kgfm a 8.500rpm. Lançada mundialmente em fins de 2008, com esse novo formato, a linha XJ6 nacional ainda não teve seu preço revelado. Entretanto, por contar com um motor de quatro cilindros em linha, provavelmente será mais cara que a nova ER-6n, com motor de dois cilindros paralelos, e regular com a Honda Hornet 600, por exemplo, que tem a mesma configuração. O modelo também vai contar com sistema de freio do tipo ABS como opcional.

Visual

Para reduzir os custos, o quadro da linha XJ6 é construído com tubos de aço, do tipo diamond, em vez do mais leve e caro alumínio. Para aumentar o leque de consumidores, inclusive os mais baixos, o banco fica a 785mm do chão. Já a distância entre-eixos é de apenas 1.440mm, favorecendo o desempenho em curvas e a performance no trânsito mais pesado. Para quem prefere as estradas, o modelo Diversion, equipado com a semicarenagem, facilita a vida e oferece maior conforto aerodinâmico. Os freios dianteiros têm dois discos de 298mm de diâmetro e o traseiro, simples, 245mm de diâmetro.

A suspensão dianteira é telescópica convencional, com tubos de 41mm de diâmetro e 130mm de curso. A suspensão traseira é do tipo mono, igualmente com 130mm de curso. Já o câmbio tem seis velocidades e as rodas são de liga leve. O visual é bastante atualizado. Na dianteira, o destaque é para o grande farol assimétrico (que também será adotado na nova Fazer 250) e para a semicarenagem no modelo Diversion. Na traseira, suporte de placa e setas ficam dependurados, como na superesportiva R-6. Na parte central, uma proteção tipo limpa-trilhos, que esconde o abafador e catalizador e também camufla a saída dos escapes.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

TREINAMENTO

Focado em pilotagem segura, treinamento gratuito foi ministrado em parceria com a rede de concessionárias da marca
Redação MotoX.com.br - Fotos: Divulgação


Trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda leva mais segurança a milhares de motociclistas anualmente


Em 2010, os Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH), localizados em Indaiatuba (SP) e Recife (PE), e os Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC), distribuídos por todo o País, treinaram mais de 66 mil motociclistas, superando o número obtido em 2009, quando mais de 50 mil pessoas tiveram acesso aos cursos de pilotagem com segurança ministrados pela Honda. Desde 1998 já foram treinadas pela Honda e sua rede de concessionárias mais de 240.000 pessoas.Veja também: Saiba mais sobre o projeto Harmonia no Trânsito

Treinamentos são divididos em teoria e prática

Os treinamentos foram oferecidos a profissionais de órgãos públicos e frotistas como: policia militar, bombeiro, exército, guardas municipais, AmBev, Schincariol, Coca-cola e membros da sociedade em geral. Além disso, os CETH’s oferecem cursos voltados especificamente à formação de novos instrutores da rede de concessionárias que após a conclusão do módulo são responsáveis pela difusão dos conhecimentos aos motociclistas de sua região.

Os cursos têm como objetivo aprimorar a habilidade de pilotagem dos motociclistas, para que eles possam enfrentar com desenvoltura diversas situações que ocorrem em seu dia a dia. Também é abordada a importância dos equipamentos de segurança, tanto para profissionais que utilizam a motocicleta em sua rotina de trabalho diária quanto para os cidadãos que fazem uso do veículo em seu dia a dia, para locomoção.

Os treinamentos promovidos pelos CETH’s em 2010 aconteceram não apenas nas dependências das unidades: foram levados para mais perto dos motociclistas, com o oferecimento de palestras em empresas, cursos itinerantes e eventos como a Ação Moto Legal, realizada no mês de agosto em São Bernardo do Campo, e aos motociclistas profissionais participantes da 13ª edição do Moto Check-Up (evento promovido pela Abraciclo - Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).

Os treinamentos ministrados são divididos em duas partes: teoria e prática. Na primeira, são abordados temas como características e comandos da motocicleta, inspeção preventiva, equipamentos de proteção, postura básica, estratégias de condução e pilotagem no trânsito, entre outros. Na segunda, são aplicados exercícios em pista utilizando as técnicas ensinadas em sala de aula, como as técnicas de frenagens e curvas.

Dedicação contínua

A Honda tem, como filosofia global, não apenas oferecer produtos de qualidade e tecnologia a seus consumidores, mas também proporcionar a eles condições de usufruí-los com segurança. Por isso, desenvolve em todo o mundo iniciativas voltadas à promoção de um trânsito mais harmonioso para todos, motoristas, motociclistas e pedestres.

No Brasil, a empresa promove o programa "Harmonia no Trânsito", que envolve todas as áreas da companhia na discussão e execução de projetos que visem à melhoria do trânsito, a partir da educação.

Entre as atividades realizadas estão o
Clubinho Honda, que tem como objetivo a educação infantil; o site Piloto Mais, que oferece dicas de pilotagem a motociclistas; os quadrinhos "O Super Motociclista", que acompanham os manuais dos proprietários de motocicletas Honda; o trabalho desenvolvido nos Centros Educacionais de Trânsito Honda (CETH) e nos 70 Centros Educacionais de Trânsito das Concessionárias (CETC) distribuídos por todo o País, além do apoio a diversas ações de órgãos e entidades de classe, como a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e Prefeituras de vários municípios.

Fonte: http://www.motox.com.br/